O maior hit do Lolla foram os leques

O Lollapalooza deste ano teve momentos que, para mim, definem a alma do festival, e nenhum deles mais icônico do que o leque, que virou patrimônio oficial dos shows.

Na sexta-feira, Sabrina Carpenter chamou Luísa Sonza para brincar durante a canção “Juno”. Seguindo a tradição de suas performances, Sabrina escolhe alguém para “prender” com algemas de pelúcia antes de iniciar a música.

Lorde voltou ao festival e trouxe aquela aura que só ela sabe mostrar, enquanto Tyler, the Creator fez um showzaço ontem, com o público completamente entregue às músicas.

No meio do palco de eletrônica, o “maior DJ do mundo” literalmente se tornou gigante: O’Neal, de camisa do Brasil, surpreendeu o público com seu setlist.

E no gramado, uma família de quero-queros virou personagem inesperada, circulando dentro da fita de isolamento que demarcavam os espaços.

Nem tudo foi só diversão: Chappell Roan esteve envolvida numa polêmica após não atender a enteada de um jogador de futebol do Flamengo em um hotel em São Paulo. Jorginho expôs a situação em seu Instagram, mas a cantora seguiu o roteiro e entregou uma bela apresentação ao público no sábado. Depois, contou sua versão da história em suas redes sociais.

No fim, a única coisa que todo mundo já sabe que vai continuar bobando daqui pra frente não são as músicas, mas sim o leque entrando no ritmo de qualquer música.

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