Muito antes do hype, a Melissa transformou o plástico em um clássico do design e abriu caminho para a estética jelly que hoje conquista uma nova geração.

Fotos: Divulgação/ Melissa
Muito antes de a estética jelly dominar as passarelas e as redes sociais, uma sandália usada por pescadores no litoral da Riviera Francesa inspirou o nascimento de uma das marcas brasileiras mais reconhecidas no universo da moda. Em 1979, essa referência deu origem à Melissa Aranha, modelo que transformou o plástico em objeto de desejo e ajudou a consolidar uma categoria inteira de calçados.

Primeira Melissa Aranha. Foto: Divulgação/Melissa.
Quase cinco décadas depois, os calçados translúcidos de plástico voltaram ao centro das atenções sob o nome de “estética jelly”. O que para muitos consumidores parece uma novidade, porém, faz parte da história da Melissa desde sua criação.
Inspirada no tradicional calçado dos pescadores franceses, a marca apostou em uma proposta ousada para a época: transformar um material associado ao uso utilitário em um item de moda e design. Assim nasceu a Melissa Aranha, modelo que se tornou referência para uma categoria inteira na indústria calçadista e um dos maiores ícones da marca.
A estética jelly ganhou novos desdobramentos
Com o passar dos anos, a estética jelly deixou de se restringir aos calçados e passou a aparecer também em bolsas transparentes, sapatilhas, tamancos e outros acessórios produzidos em plástico. Nas redes sociais, especialmente no TikTok, esses itens impulsionaram uma nova onda de interesse pelo universo jelly.
Dados do Google Trends mostram que o interesse pelo termo ‘bolsa jelly’ permaneceu praticamente estável durante o último ano. Já neste ano, a busca disparou, registrando um crescimento superior a 5.000% no início de julho. O movimento reflete a expansão da estética jelly, que extrapolou os calçados e passou a ganhar espaço também em bolsas e outros acessórios.








Fotos: Divulgação/ Melissa
Enquanto novas marcas exploram a estética jelly, a Melissa continua ampliando o universo que ajudou a construir. Além da clássica Aranha, a marca investe em tamancos, sapatilhas, bolsas e outros acessórios que mantêm o plástico como protagonista, reinterpretando um conceito criado há quase cinco décadas.
“Não existimos simplesmente para vender um produto. A Melissa transforma o ordinário em extraordinário.”
— Manifesto da Melissa
A filosofia resume o caminho percorrido pela marca desde 1979. Ao longo das décadas, a Melissa deixou de ser reconhecida apenas pelos calçados de plástico e passou a ocupar um espaço de destaque no design contemporâneo. A aproximação com a moda, a arte e a arquitetura deu origem a colaborações com nomes como Jean Paul Gaultier, Vivienne Westwood e Zaha Hadid, consolidando a marca como uma plataforma de expressão criativa.
sustentabilidade
Além do design e das colaborações, a sustentabilidade também passou a integrar a identidade da Melissa. A marca desenvolve modelos com materiais recicláveis e aposta na circularidade por meio de uma rede de coletores pós-consumo, buscando prolongar o ciclo de vida de seus produtos e reduzir o impacto ambiental.






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